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Mensagens 1 à 4 para 4

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    Seg Jun 30, 2014 10:48 am
    Mensagem por ROBERTS DA CRUZ SILVEIRA - Logística Urbana: Um Caso de Imobilidade? ou Má Adm. Pública????

    É de conhecimento de todos e principalmente público que alguns dos principais problemas da logística no Brasil são:

    - Grande dependência do modal rodoviário;
    - Portos deficitários;
    - Modal ferroviário muito limitado;
    - Transporte público ineficiente e muito carente de alternativas;
    - Burocracia excessiva e distorções fiscais;
    - Restrições da malha viária – manutenção, capacidade, insegurança, etc.

    O Ministério das Cidades lançou em 2011 o Programa de Mobilidade Urbana que tinha como objetivo a melhoria da mobilidade urbana nos grandes centros, priorizando o deslocamento não motorizado, o transporte coletivo e a redução da emissão de poluentes, dos acidentes e dos congestionamentos. Além de honrar os compromissos com a Copa de 2014 e as Olimpíadas de 2016. Esse Programa deveria trabalhar em consonância com as ações do PAC – Programa de Aceleração do Crescimento – buscando soluções para os problemas de logística e de mobilidade. No entanto, o país se depara com um verdadeiro processo de “Imobilidade” no que se refere ao Programa de Mobilidade Urbana do Governo Federal, pois em 2011 foram executados apenas 0,02% do valor previsto para o período. Esperava-se que a Empresa de Planejamento e Logística (EPL) desse maior celeridade aos projetos de infraestrutura. Entretanto, os projetos de concessões ou PPPs ainda não saíram do papel, ou sequer foram colocados nele. Muita coisa, até agora ficou apenas no discurso.



    A opinião expressa nos artigos é de responsabilidade integral dos signatários
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    Seg Jun 30, 2014 10:29 am
    Mensagem por ROBERTS DA CRUZ SILVEIRA - Por que utilizar um software WMS?

    Esta pergunta entra em cena sempre que uma empresa ou entidade está em situação difícil na gestão dos seus estoques no armazém. O WMS certamente vai conseguir resolver o problema, mas, por que as empresas sempre deixam o problema chegar ao limite para então decidir utilizar um software WMS?

    Primeiro é necessário esclarecer o significado da sigla. O WMS - Warehouse Management System, significa Sistema de Gerenciamento de Armazém. O software assume o total controle do armazém desde a chegada do material, passando pelo armazenamento até o fim do seu ciclo dentro do armazém no setor de expedição.

    Os armazéns sem WMS, dia a dia vão evoluindo e aumentando o número de operações realizadas ao mesmo tempo pela equipe. O conhecimento de cada uma das pessoas que vive o armazém é parte de uma teia informal a qual podemos denominar de WMS Mental. Cada pessoa tem um pouco do conhecimento do armazém e a soma dos conhecimentos faz o armazém operar. Os problemas afloram quando esta teia começa a funcionar mal devido a falta de informações, de organização, de compromisso, de planejamento e acima de tudo, falta de ORDEM. Um armazém muito movimentado e utilizando a teia mental certamente caminha para o caos. O estrangulamento acontece em algum momento, e em seguida esses momentos se repetem até que o armazém praticamente para.

    Um dos principais motivos para se utilizar o WMS e ter como objetivos principais reduzir o tempo de todos os movimentos do armazém, estabelecer a ordem, planejar os recursos, evitar perdas de lotes de materiais, eliminar o ruído de comunicação, reduzir o custo operacional e dar ao cliente final maior confiabilidade no serviço prestado.

    Onde temos como principal fator condicionador para o retardo na decisão de uso do WMS é a falta de dados estatísticos sobre a operação do armazém e a falta de conhecimento sobre as vantagens de uso do WMS. Quanto mais cedo se mede os números da operação mais cedo se chega à conclusão de necessidades de mudanças.

    Cabe então a todos os envolvidos com o armazém colaborar para que as informações cheguem o quanto antes aos gestores, e o mais importante, íntegras e confiáveis, evitando assim a insegurança no momento da decisão.


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    Seg Jun 30, 2014 10:07 am
    Mensagem por ROBERTS DA CRUZ SILVEIRA - Atraso em seis obras do PAC provoca perda de R$ 28 bilhões.
    Atraso em seis obras do PAC provoca perda de R$ 28 bilhões. 30-05-2014 11:26


    A demora do governo em concluir no prazo obras de infraestrutura incluídas no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) causou um prejuízo de R$ 28 bilhões à sociedade, apenas num grupo de seis projetos analisados pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). O valor é próximo ao que se estima gastar na realização da Copa.


    O estudo procura medir os benefícios que deixaram de ser gerados para o País apenas pela demora. Leva em conta, por exemplo, o que poderia ter sido a produção agropecuária no Nordeste, caso a transposição do São Francisco tivesse ficado pronta no prazo fixado pelo governo. Ou as receitas de exportação de minérios e grãos que deixaram de ocorrer pelo atraso na construção da Ferrovia de Integração Oeste-Leste (Fiol).

    Em todos os casos foi considerado também o custo de oportunidade – o custo do dinheiro público aportado nas obras que ainda não gerou benefícios. "Se o programa deveria ficar pronto em três anos e sai em seis, isso reduz a produtividade global da economia", diz o diretor de Políticas e Estratégia da CNI, José Augusto Coelho Fernandes.

    Ele explica que a dificuldade em administrar megaprojetos não é exclusiva do Brasil. Porém, os prazos estourados tornaram-se praticamente uma regra, o que merece atenção.

    A CNI propõe que o próximo governo, seja qual for, intensifique o programa de concessões em infraestrutura. Para Coelho, esse é um campo em que a economia pode aumentar sua produtividade, visto que as reformas trabalhista e tributária demorarão a sair e gerar efeitos. Sugere, também, iniciativas para melhorar a qualidade dos projetos e para facilitar o licenciamento ambiental.

    O estudo faz parte de um conjunto de 43 documentos-propostas que serão entregues aos presidenciáveis em junho, quando a entidade pretende fazer um debate dos candidatos com os industriais.

    Foram analisados o aeroporto de Vitória, o principal projeto de esgotamento sanitário em Fortaleza (Bacia do Cocó), a transposição do São Francisco, a Fiol, a duplicação da BR-101 em Santa Catarina e as linhas de transmissão das usinas do Madeira. A maioria dos projetos ainda está em andamento.

    Atraso. Das obras selecionadas, a que causou maior prejuízo foi a transposição do São Francisco. Originalmente estava prevista para terminar em junho de 2010 (eixo Leste) e dezembro de 2012 (eixo Norte).

    Como isso não ocorreu, o estudo estima quanto deixou de ser produzido pela agropecuária local, já considerando um crescimento proporcionado pela disponibilidade constante de água. E subtraiu da conta o custo da energia que deixará de ser gerada pela redução do fluxo de água para a Companhia Hidrelétrica do São Francisco (Chesf).

    Os economistas da CNI chegaram a um total de R$ 11,7 bilhões de 2010 a 2015. A isso, foram somados R$ 5 bilhões referentes ao custo de oportunidade do dinheiro aplicado na obra, orçada em R$ 8,2 bilhões.

    A história da transposição segue o roteiro clássico de obra atrasada no País. Segundo o estudo, foi iniciada em 2005, baseada num projeto pouco detalhado de 2001 – que, evidentemente, estava desatualizado. Seguiram-se vários ajustes.

    Para andar mais rápido, foi dividida em 14 subcontratos. Mas o que em tese ia acelerar a construção virou um pesadelo gerencial. A própria presidente Dilma Rousseff reconheceu que o governo subestimou a complexidade do projeto.

    O Ministério da Integração Nacional afirma que a licitação da obra, em 2007, passou pelo crivo do Tribunal de Contas da União. Os ajustes ocorrem principalmente porque os canais, que chegam a 477 km, passam por diferentes tipos de terreno. Foi necessária, também, a negociação com concessionárias de água e esgoto. Segundo a pasta, a obra será concluída em 2015.


    Fonte: O Estado de São Paulo / Usuport



    Ler mais: http://www.sitedalogistica.com.br/news/atraso-em-seis-obras-do-pac-provoca-perda-de-r%24-28-bilh%c3%b5es-/
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    Seg Jun 30, 2014 10:02 am
    Mensagem por ROBERTS DA CRUZ SILVEIRA - O Dia da Logística.
    No dia 6 de junho é comemorado o Dia da Logística. A data é uma referência ao dia em que ocorreu possivelmente o maior movimento logístico já conhecido na história que foi o desembarque das forças aliadas na Europa, ao término da II Guerra Mundial, imortalizado como o “Dia D”.

    Desde os tempos bíblicos, no entanto, os líderes militares já se utilizavam da logística. As guerras eram longas e geralmente distantes, eram necessários grandes e constantes deslocamentos de recursos.

    Para transportar as tropas, armamentos e carros de guerra pesados aos locais de combate eram necessários um planejamento, organização e execução de tarefas logísticas, que envolviam a definição de uma rota, nem sempre a mais curta, pois era necessário ter uma fonte de água potável próxima, transporte, armazenagem e distribuição de equipamentos e suprimentos.

    Na antiga Grécia, Roma e no Império Bizantino, por exemplo, os militares com o título de ‘Logistikas’ eram os responsáveis por garantir recursos e suprimentos para a guerra.

    Essa visão da logística relacionada apenas com as questões táticas e estratégias militares acabou com o fim da Segunda Guerra Mundial.

    Após este período, com o avanço tecnológico e a necessidade de suprir os locais destruídos pela guerra, a logística passou também a ser adotada pelas organizações e empresas civis, entrando no dia-a-dia de todas as instituições, públicas e privadas e, diretamente na vida das pessoas.

    É impensável enxergar o mundo atual sem a presença da atividade logística com todos os seus níveis de especialidade e de serviços. A origem grega de seu nome – logos, ou seja, calcular, pensar e analisar - abriga o conceito moderno que serve, inclusive, de base para a ação de pessoas, instituições e empresas que desejam atingir a excelência.

    As novas tecnologias, novas necessidades impostas pelo mercado criam, a cada dia, novos papéis para a logística que acaba influenciando no projeto dos produtos, das parcerias e das  alianças estratégicas, além de outros processos vitais para o desenvolvimento das empresas e da própria sociedade. E, à medida que os recursos produtivos estão cada vez mais dispersos pelo globo, a logística torna-se mais integração e coordenação.

    Em suma: é o diferencial que faz as empresas e pessoas efetivamente terem o desempenho desejado num mundo cada vez mais competitivo e globalizado em todas as áreas do conhecimento e do empreendedorismo.

    Portanto, é com muita satisfação que saudamos neste dia 6 de Junho todos os profissionais e as empresas envolvidas nesta incrível e fascinante atividade que vai além de oportunidades de redução de custos ou de prazos de entrega, disponibilidade de produtos ou de busca de novas metodologias de custeio, por exemplo.

    A logística é uma ciência, cujo resultado final, como toda ciência, serve à melhoria do homem frente aos seus constantes desafios de crescimento, tanto individuais como coletivos. Ela torna o mundo melhor ao fazê-lo menor, compacto, completo, interligado e ao alcance de todos.

    Fonte: intelog.com.br / Redação News Log PC Flores - Adaptado pelo Site da Logística.



    Ler mais: http://www.sitedalogistica.com.br/products/o-dia-da-logistica-/
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